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O último reduto onde os Asseclas do CONCLAVE encontram-se...

Notícia completa H.P in T.N.Y.T.

Meu amigo Diego deixou-me um comentário que não poderia ficar sem resposta, tanto que resolvi respodê-lo diretamente através de um post.
Ele merece!
Suas palavras foram:
tres coisas: primeira..estava eu lendo a zero hora de segunda e me deparei com uma pesquisa muito interessante: "EFEITO HARRY POTTER" SOME COM O TEMPO. Ué? Vives malhando a Zero Hora como veículo de propaganda dos supostos interesses escusos da RBS-TV, como é que tu tomas o dito "pasquim governamental" como tábua de apoio argumentativa? Que eu fizesse isso, tudo bem, afinal, costumam dizer que eu não tenho critério mesmo... Mas tu, Diego? Logo tu? Estou pasmo! Todavia, vamos adiante.
o estimulo a leitura produzido pela saga de livros H.P. nas crianças desaparece com o passar dos anos, segundo um estudo do governo americano (esse que você tanto ama) Aponte-me e cite textualmente onde neste blog afirmei tal afeição pelo governo americano.
divulgado na semana passada. De acordo com os dados da avaliaçao Nacional de Progresso Educacional, em 1998 somente 43% dos estudantes da quarta série admitiam q liam por prazer, e o número baixava p 19% entre os alunos da oitava série. Os resultados correspondem ao ano em q foi publicado o primeiro livro da série. Sete anos depois, em 2005, os índices se mantêm invariáveis. De acordo com especialistas, ainda que a escritora escocesa J.K.Rowling tenha vendido 121 milhoes de exemplares até agora nos EUA, a época de auge da leitura entre os jovens é passageira. Com a adolescência, ganham preferência a vontade de socializar, o videgame e a tv, q passam a concentrar as atençoes. -"a menos que o adulto coloque o próximo livro nas mãos do jovem, não creio que o efeito H.P. seja suficiente" - assegura Nacie Atwell, autora de trabalhos sobre educação infantil e juvenil. PROVADO QUE ELE NÃO CRIARÁ UMA GAMA DE JOVENS LEITORES E AINDA MAIS QUE SEJAM AS PORTAS PARA A LEITURA DE "MELHORES" OBRAS.... quis botar uma reportagem só para contestar o tao amado H.P do sid...que se bem me lembro queria uma estátua para a autora...mas tudo bem! Excelente, meu amigo Diego! Congratulações! Superastes-te! Em mais um ledo engano, pois ao invés de contestar-me deste-me tão somente mais argumentos para solidificar minha já tão balizada opinião! Não que esteja questionando a matéria. De fato, ela existe. É vero! Porém, aparentemente pinçaste nela apenas os pontos que ti interessavam e silogisticamente os usastes para defender tua causa! Tudo bem, é compreensível, sempre foste do tipo que não fosta de perder, não seria agora que irias mudar, não é mesmo? Não se ofenda, nesse ponto somos iguais, a diferença é que minhas armas são mais... Completas... O artigo que citaste apenas em partes eu o relato agora na íntegra para que todos os leitores deste inspirado Blog leiam e opinem:
The New York Times - Quarta, 11 de julho de 2007, 12h16 Potter teria pouco efeito sobre hábitos de leitura
por Motoko Rich
De todos os poderes mágicos atribuídos a Harry Potter, talvez nenhum tenha encanto superior à sua suposta capacidade de alterar os hábitos de leitura das crianças e jovens. Muitos parentes, professores, bibliotecários e livreiros atribuem à imensamente popular série de romances de J. K. Rowling o poder quase mitológico de inspirar a toda uma geração de crianças o gosto pela leitura como lazer, em um mundo dominado pelos serviços de mensagens instantâneas e pelos downloads de música. E o mito é verdade, para muitas crianças. Mas, em uma reviravolta que parece espelhar a complicada trama dos romances, a verdade sobre Harry Potter e a leitura não é uma história de sucesso assim tão simples. De fato, à medida que a série de aproxima de seu muito lastimado fim, estatísticas federais americanas demonstram que a porcentagem de crianças e jovens que lêem por diversão continua a cair significativamente à medida que a idade das crianças aumenta, em ritmo quase exatamente igual ao que existia antes que Harry Potter chegasse ao mercado. Não resta dúvida de que os romances foram uma sensação editorial. Nos 10 anos desde o primeiro, Harry Potter e a Pedra Filosofal, a série vendeu 325 milhões de cópias em todo o mundo, 121,5 milhões delas nos Estados Unidos. Antes de Harry Potter, ninguém via crianças formando filas para comprar um reles livro. As crianças que anteriormente liam livros de capítulos curtos subitamente passaram a devorar mais de 700 páginas em questão de dias. A Scholastic, editora responsável pela série nos Estados Unidos, planeja uma tiragem de 12 milhões de exemplares para Harry Potter e as Relíquias da Morte, o muito aguardado sétimo - e último - volume da série, que começará a ser vendida à 0h01min do dia 21 de julho. Mas alguns pesquisadores e educadores dizem que a série, em última análise, não convenceu as crianças a abandonar os GameBoys e trocá-los por livros. Algumas crianças começaram a se intimidar com o tamanho dos romances (Pedra Filosofal tinha 309 páginas; Relíquias da Morte terá 784). Outros dizem que Harry Potter não tem ressonância tão forte quanto títulos que refletem mais suas vidas cotidianas. "A mania de Harry Potter foi muito positiva para as crianças", disse Dana Gioia, presidente da Fundação Nacional das Artes norte-americana, que estudou estatísticas públicas e privadas segundo as quais as crianças passam a ler cada vez menos à medida que envelhecem. "Convenceu milhões de crianças a ler uma série de livros longos e razoavelmente complexos. O problema é que um romance de Harry Potter a cada dois ou três anos não basta para reverter o declínio da leitura como hábito". Os educadores concordam em que a série não é suficiente para reverter tendências históricas. "A menos que haja uma estrutura de apoio às crianças - um adulto entusiástico que diga 'ei, aqui está seu novo livro' -, isso não vai acontecer", disse Nancie Atwell, professora que escreveu um livro sobre a leitura infantil. "E, em número excessivo de salas de aula nos Estados Unidos, não é isso que está acontecendo". Os jovens se sentem menos inclinados a ler por prazer quando chegam à adolescência, e os motivos variam, dizem educadores. Alguns deles são tendências já antigas (as crianças se tornam mais ativas socialmente à medida que crescem, passam mais tempo lendo para a escola ou simplesmente encontram fontes de diversão não literárias) e outros surgiram mais recentemente (a gama cada vez mais ampla de aparelhos eletrônicos que competem por sua atenção, de iPods a consoles Wii). O que os pais e outros observadores esperavam é que o fenomenal sucesso da série Harry Potter compensasse e revertesse essas tendências, e talvez criasse toda uma geração de pessoas apegadas à leitura pelo resto da vida. "Quem tem filhos ou netos percebe a intensificação da disputa pelo tempo deles quando chegam à adolescência, e a dificuldade que os livros parecem ter para concorrer de maneira efetiva", disse Gioia. Milhares de crianças de fato usaram os livros de Potter como ponto de partida para outras empreitadas de leitura como lazer. Mas muitas outras abandonaram o hábito. Avram Leierwood, 15 anos, começou a ler os livros de Harry Potter aos sete anos, em companhia de sua mãe, Mina. Ele costumava lê-los em voz alta. "Nós nos acomodávamos na casa da árvore em nosso quintal e nos revezávamos lendo", ele relembra. Mas embora sua mãe tenha continuado fã ávida da série, Avram hoje não liga mais para os livros. Quando Relíquias da Morte for lançado, ele estará em uma excursão de canoa. No que tange à leitura, diz, "não me resta mais muito tempo para isso. Prefiro ficar com meus amigos, conversar, ir ao cinema, ou ao parque para jogar frisbee". Mas criar um hábito de leitura é luta constante com as opções de entretenimento que saturam o ambiente infantil. Em uma aula recente de inglês em uma escola de Boston, Aaron Forde, 12 anos, disse que adorava jogar futebol, basquete e futebol americano. Além disso, passa horas ao dia conversando com amigos no MySpace.com. Forde leu os três primeiros livros de Harry Potter, mas diz que não se interessa muito pelos demais. "Não gosto tanto assim de ler", afirmou. "Há coisas melhores a fazer". Neema Avashia, professora de inglês de Forde, disse que era incomum que os livros de Potter convencessem leitores relutantes a optar pelos livros como diversão. Ela diz que tenta oferecer livros que reflitam as origens de seus alunos, "e Harry Potter não o faz". Ela aponta que 85% de seus alunos não são caucasianos, e em Harry Potter poucos personagens pertencem a minorias raciais. Tradução: Paulo Eduardo Migliacci ME The New York Times Êi-lo em todo o seu esplendor. Agora vamos destrinchá-lo como a um suculento pernil!
a porcentagem de crianças e jovens que lêem por diversão continua a cair significativamente à medida que a idade das crianças aumenta, em ritmo quase exatamente igual ao que existia antes que Harry Potter chegasse ao mercado. Pensemos com lógica, por que isso ocorre? Crianças crescem, seus interesses mudam. É uma verdade universal e inquestionável. Quando o primeiro livro de Potter chegou às livrarias seus leitores potenciais eram crianças (óbvio), mas assim como os personagens nos livros da mesma série, seus leitores cresceram (paralelamente os interesses dos personagens idem) e seus gostos evoluiram ou involuiram. Óbvio que uma grande parcela dos leitores diminuiria INDEPENDENTE DO TEREM LIDO POTTER OU NÃO! E ela é bem taxativa "em ritmo quase exatamente igual ao que existia antes": o problema não é o que as crianças lêem, mas o fato de que elas NÃO ESTÃO LENDO independente do que seja!
Mas alguns pesquisadores e educadores dizem que a série, em última análise, não convenceu as crianças a abandonar os GameBoys e trocá-los por livros Enfim chegamos ao cerne da questão: a PREGUIÇA MENTAL! Eis o real motivo de tudo! Todo o resto é firula! Duvida? Acompanhe meu raciocínio: o que é mais fácil: ler (atitude ativa) ou assistir TV (atividade passiva)? O que é mais "mole": gameboy (tudo prontinho para absorção imediata) ou livro-jogo (cuja interação é essencial ao aproveitamento)? Algumas crianças começaram a se intimidar com o tamanho dos romances Preguiça mental, novamente! Muitas páginas = muito "trabalho".
Outros dizem que Harry Potter não tem ressonância tão forte quanto títulos que refletem mais suas vidas cotidianas. Isso é até plausível, muito embora discutível, se levarmos em conta a motivação escapista da Literatura (em especial no que tange a Harry Potter). Veja bem, quem aspira ausentar-se alguns momentos desta cruel realidade; com certeza, buscará mundos diferentes daquele que o cerca e não um mergulho em seu já tão trivial cotidiano...
"A mania de Harry Potter foi muito positiva para as crianças", disse Dana Gioia, presidente da Fundação Nacional das Artes norte-americana, que estudou estatísticas públicas e privadas segundo as quais as crianças passam a ler cada vez menos à medida que envelhecem. Preguiça mental, uma vez mais: mais velhos mais preguiçosos.
Em nada até agora vi desmerecer a obra ou sua capacidade de levar o interesse da leitura aos leitores mirins, o que vejo claramente é uma tendência histórica de DESINTERESSE PELA LEITURA, algo que COM A MAIS ABSOLUTA CERTEZA somente exacerbará com as críticas insensatas aos livros mais queridos de um público já tão minguado em seus interesses literários. Não é um livro ou uma série deles que fará despertar o interesse do público infante, mas o incentivo, o apoio, o interesse de pais, professores, mentores, conselheiros, pedagogos e qualquer um que dirija uma palavra a uma criança! E dirigindo uma palavra de incentivo e não uma crítica preconceituosa e sectarista! Colocando grosso modo: um garotinho sentir-se-á mais aceito entre seus iguais se tanto ele como seus amiguinhos não forem constrangidos por uma crítica despeitada e recalcada de um establishment literário que só malha e nada tem a oferecer de bom em troca!: "Ah, ninguém gosta do Potter, então não leio mais, vou jogar meu gameboy!" Pronto, eis o que conseguiste com palavras ferinas ao único REAL interesse literário infanto-juvenil EM DÉCADAS! Valeu, mesmo! Tudo de bom!
Antes que meu amigo caia de pau em cima de minha despreocupada cabeça, digo em tempo: estou referindo-me aos críticos detratores em geral e não a vossa pessoa, fui claro? Adiante.
"Convenceu milhões de crianças a ler uma série de livros longos e razoavelmente complexos Interessante: uma avaliação literária POSITIVA de alguém que teria TODAS as razões do mundo para sonegar semelhante parecer. E mesmo assim, ela foi justa. Eis alguém de REALMENTE merece ser parabenizada publicamente!
O problema é que um romance de Harry Potter a cada dois ou três anos não basta para reverter o declínio da leitura como hábito". Concordo, uma vez mais! 100% correta em sua avaliação! Talvez o problema tenha sido o excesso de ambição da autora ao querer construir uma mega-saga e com isso terminou por afastar-se de seu público-alvo. De todo modo, é só parte do problema, não sua raiz: O DECLÍNIO DO HÁBITO DE LEITURA! O que teria levado a isso? Pensemos: em uma sociedade moderna como a nossa; repleta de comodidades e formas ultrafacilitadas de entretenimento qual é sempre a escolha mais óbvia: a mais fácil, a mais confortável, a mais cômoda, em suma; a mais preguiçosa! Alguém aí pensou em algo como PREGUIÇA MENTAL?
Os educadores concordam em que a série não é suficiente para reverter tendências históricas. De preguiça mental...
"A menos que haja uma estrutura de apoio às crianças - um adulto entusiástico que diga 'ei, aqui está seu novo livro' -, isso não vai acontecer", Evidente: se os pais dessas mesmas crianças só vão até uma livraria com seus filhos quando estes os empurram para elas a fim de comprar o último livro de Harry Potter e levantam as mãos aos céus quando o filho "enjoa logo daqueles livros chatos" para não mais terem de peregrinar de seus confortáveis sofás em frente à TV a cabo (abastecida a pizza de tele-entrega) a alguma bookstore, não espera-se que tais infantes desenvolvam consistentes apetites literários... Preguiça mental dos pais.
disse Nancie Atwell, professora que escreveu um livro sobre a leitura infantil. "E, em número excessivo de salas de aula nos Estados Unidos, não é isso que está acontecendo". Bem, aí chegamos ao ponto nevrálgico da questão: preguiça mental dos educadores. Quando a DISLEXIA MENTAL e o DÉFICIT DE ATENÇÃO (burrice) chegam a contaminar o magistério, bem, sabemos o que isso significa... É o Fim dos Dias!
Os jovens se sentem menos inclinados a ler por prazer quando chegam à adolescência, e os motivos variam, dizem educadores.
Na adolescência NADA é capaz de competir com os hormônios! Nada!
Nenhum livro suplanta o sexo (a menos que seja um livro COM sexo, é obvio, e mesmo assim...)!
Alguns deles já são tendências antigas (as crianças se tornam mais ativas socialmente à medida que crescem, passam mais tempo lendo para a escola ou simplesmente encontram fontes de diversão não literárias) e outros surgiram mais recentemente (a gama cada vez mais ampla de aparelhos eletrônicos que competem por sua atenção, de iPods a consoles Wii). Preciso repetir? PREGUIÇA MENTAL!
Mais uma vez é a modernidade servindo ao emburrecimento social!
O que os pais e outros observadores esperavam é que o fenomenal sucesso da série Harry Potter compensasse e revertesse essa tendência, e talvez criasse toda uma geração de pessoas apegadas à leitura pelo resto da vida. Vai sonhando! Isso daí não tem magia em Hogwarts que faça! Eles não queriam um livro.
Queriam um milagre! Aí também já é demais!
"Quem tem filhos ou netos percebe a intensificação da disputa pelo tempo deles quando chegam à adolescência, e a dificuldade que os livros parecem ter para concorrer de maneira efetiva", disse Gioia. Como disse antes: nenhum livro suplanta o sexo!
Milhares de crianças de fato usaram os livros de Potter como ponto de partida para outras empreitadas de leitura como lazer. Mas muitas outras abandonaram o hábito. Eis a confirmação cabal de tudo o que escrevi em meus posts anteriores (o mais irônico de tudo: em uma matéria sugerida pelo próprio Diego! Isso sim é justiça poética!), é uma síntese do que escrevi tempos atrás neste Blog!
Prefiro ficar com meus amigos, conversar, ir ao cinema, ou ao parque para jogar frisbee". Ele prefere jogar frisbee no parque a ler. Humm, acho que não entendi, deixe-me repetir: Prefiro – ir – ao – parque - para - jogar - frisbee". Eu não creio que li isso! Não é possível semelhante ato de boçalidade estúpida gratuita, recuso-me a crer nisso! Não é possível, não possível, não possível, não possível, não possível, não possível, não possível!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRGHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mas criar um hábito de leitura é luta constante com as opções de entretenimento que saturam o ambiente infantil. Confirma mais uma vez minhas conclusões anteriores... Em uma aula recente de inglês em uma escola de Boston, Aaron Forde, 12 anos, disse que adorava jogar futebol, basquete e futebol americano. Além disso, passa horas ao dia conversando com amigos no MySpace.com. Forde leu os três primeiros livros de Harry Potter, mas diz que não se interessa muito pelos demais. "Não gosto tanto assim de ler", afirmou. "Há coisas melhores a fazer". AAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRGHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Estou na iminência de cometer um infanticídio, alguém me ajude!!!! SOOOCOOOOOOOOORROOOO!!!!!
Neema Avashia, professora de inglês de Forde, disse que era incomum que os livros de Potter convencessem leitores relutantes a optar pelos livros como diversão. Ela diz que tenta oferecer livros que reflitam as origens de seus alunos, "e Harry Potter não o faz". Ela aponta que 85% de seus alunos não são caucasianos, e em Harry Potter poucos personagens pertencem a minorias raciais. Bem, como a própria expressão mesmo diz: minorias. E minorias são poucos, se fossem muitos seriam maiorias... É meio óbvio, não? E se ela tem 85% de alunos de uma minoria, o que ela têm na verdade é uma outra maioria, logo ela deve buscar opções não de uma minoria, mas de uma outra maioria: literatura brasileira, latina, africana ou asiática em geral, onde os personagens principais são um reflexo do meio de origem do autor (não esqueçamos que J.K. Howling é inglesa...). Mesmo assim é (como todos os argumentos de fundamento étnico) é uma argumentação muito fraca: só pessoas de mentalidade muito estreita lêem apenas livros de autores com a mesma cor de pele do leitor! Aliás, isso é algo tão estúpido que NUNCA em minha vida de leitor (e olha que já passei do milésimo livro) li ou deixei de ler ou escolhi um livro ou autor por seu tom de pele! Á verdadeira igualdade de cor está nos livros: todos são brancos com letrinhas pretas e ficam amarelos com o passar do tempo! CONCLUSÃO: Por piores ou melhores que sejam na opinião de quem quer que seja, os livros da série Harry Potter de J.K. Howling tem seu valor como incentivadores a leitura, sim. Mas querer que eles sozinhos transformem crianças semi-alienadas pela modernidade em leitores contumazes, é uma magia mais poderos que qualquer uma citada em toda a obra. Nenhum livro fez, faz ou fará isso. Depende de muito mais do que apenas ler um ou mais livros (bestsellers ou não), tem a haver com incentivo familiar, docente e solidariedade! Reflita só um pouquinho: se uma menininha viesse até ti e pusesse nas tuas mãos um volume de "Harry Potter e a Pedra Filosofal" e dissesse: "- Lê pra mim, tio?" – tu descerias de teu pedestal intelectual e concederias a essa criança a honra, a graça e o dom do encantamento de adejar nas asas da leitura? Ou teu preciosismo faria-te olhar com desprezo para aquele volume, joga-lo a um canto e querer empurrar pela goela da pobre infante um catatau do gênero "Crime & Castigo", de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski, publicado em 1866? Acho que nós dois sabemos a resposta, não mesmo, meu amigo? segundo: MEGADETH retorna as paradas com um novo CD UNITED ABOMINATIONS... crítica ao antagonismo entre EUA e oriente médio... Aos fãs (EU SOU UM) vale a pena conferir!!! Megadeth FOREVER!!!! YEAH!!!! terceiro: yesterday-concerto beatles para orquestra... para quem gostaria de ouvir os clássicos dos Beatles ao som da orquestra esta ai a oportunidade ..DA UMA OLHADA NO SITE WWW.ABBEYROADPUB.COM.BR bom era isso abraço!!! Vou lá, valeu a dica!
Abraços.
Sidinei Lander da Silva Pereira: Mestre de RPG, aprendiz de escritor, leitor voraz, quadrinista fanático, cinéfilo compulsivo, agnóstico independente, livre-pensador, fã incondicional de O Senhor dos Anéis (livro e filme), música para mim é Clássica, Jazz, Blues, Rock'n Roll e Metal! E tenho dois gatos... Quer saber mais sobre mim? Veja meu perfil no Google Plus!

2 comentários:

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