Google+ Le Duel - Touché! | A Pirâmide de Kukúlkan

O último reduto onde os Asseclas do CONCLAVE encontram-se...

Le Duel - Touché!

Conforme prometi em um comentário anterior, eis aqui na íntegra o final do duelo:
Deliciem-se!
Sabe, a ordem natural das coisas é o caos... A ordem vai contra a natureza e você sabe bem do que falo, pois é amante da filosofia... Assim como tu; muitos dos antigos filósofos estavam categoricamente enganados: a natureza não é e nem nunca foi caótica, muito pelo contrário, obedece a rígidas leis: físicas, químicas, biológicas, genéticas, evolucionárias, geológicas e astronômicas! O todo é uma vasta engrenagem que funciona como um relógio muitissimamente bem regulado. O único fator caótico na equação é o Homem, pois o ÙNICO erro da Mãe Natureza foi deixar-nos desenvolver consciência e uma inteligência além das medidas! Os filósofos da natureza já diziam que a verdadeira ordem das coisas é o caos! Interessante que os ditos Filósofos da Natureza tinham concepções acerca da mesma com um viés TOTALMENTE HUMANO, haja vista que Ordem e Caos são idéias humanas e não encontram lugar na mesma. O próprio Empédocles pensava que haveria duas forças diferentes atuando na Natureza. Ele as chamou de amor e discórdia. Amor uniria as coisas, a discórdia as separaria. Pode-se conceber algo mais humano? As leis que a natureza obedece, ela o faz não por seguir uma “concepção” ordeira do Universo, mas sim porque lhe é... natural! O rio sempre segue para o mar. Um filósofo diria que tudo está em fluxo e movimento constante, nada permanece. A Natureza remete a algo mais simples ainda: a água vai para onde é mais baixo... O que – no fundo, bem no fundo – os filósofos queriam é arrumar uma maneira de justificar o comportamento errático do ser humano, buscando para tanto argumentos com base na observação da natureza. Evidentemente que esse detalhe não legou a posteridade... Claro – alegarás – eles buscavam o elemento fundamental da Criação, a PHYSIS, entretanto suas idéias “viajavam na maionese” deveras: para Tales de Mileto a água, ou o úmido, é o princípio de todas as coisas; Anaximandro de Mileto apostou no ilimitado, Anaxímenes de Mileto no ar, Pitágoras de Samos no número... Erraram duplamente: na interpretação e na conclusão. Bem, exceto Demócrito, que apenas pelo uso da razão e da observação (como seus pares) engendrou a Teoria Atômica que não apenas sobreviveu até os dias de hoje como acabou por ser confirmada pela Ciência. E a respeito de não se distrair com nada pelo contrario musica, cinema, livros tudo isso me atrai e me distrai sim não sou um ser isolado do mundo ou um geniozinho transtornado com medo do que esta ao meu redor, não! Amo a vida e sei aproveita-la... Fico em aliviado em saber, estimado amigo! Só não entendi o porque do auxilio psiquiátrico profissional, quer dizer que você pode criticar a vontade e quando eu critico uma coisa sou taxado como louco! NÃÃÃÃÃÃÃOOOOO!!!!! Entendeu tudo do avesso de novo! Estava sendo irônico; somente isso. Ai meus sais! Seria, se dissesse AMÉM a tudo, ai sim aceitaria, mas sou muito de analisar as coisas, faço parte dos questionadores, Como este vosso humilde cyber-escriba. Dane-se o rebanho, vamos beber todas com o lobo mau e barbarizar a Chapeuzinho! YEAHHH!!!! “Penso logo existo”, se bem que hoje em dia o lema é outro: “consumo logo existo...” Pior... Deu mais uma prova que não entendeu o que eu disse! Dãããããããã!!!!! Tudo bem: admito que exagerei de propósito, mas foi só pra irritar o Michel, OK?De qualquer forma é muito tolo detratar alguém apenas porque fez sucesso, lembro-me de haver lido em algum lugar: “Ninguém atinge o sucesso sem a contrapartida da inveja”. Antes de malhar um escritor qualquer, vá lá e escrevas tu mesmo um livro como tu achas que deveria de ser escrito ou – mais desafiador ainda – reescreva o livro que tu consideras ruim de maneira que tu o considerarias adequadamente bem escrito! Então quer dizer que você não pode, sob hipótese alguma, criticar uma obra do cinema, como fez com o F-4, achou fraco vai lá e faz melhor... Criticar não é malhar, meu amigo. Tenho embasamento suficiente para fazer uma análise fria, racional e desapaixonada de qualquer obra que porventura sorva de modo integral. Se disser que um livro é “assim assado” com certeza tenho razões para tanto, não significa necessariamente que poderia tomar o lugar do autor e reescrever o que ele obrou. E por dois motivos cruciais: Primeiro: alguém tem que escrever e outro criticar, não pode ser a mesma pessoa. É ilógico, contraproducente e levaria inevitavelmente a uma análise passional. Segundo: no momento em que eu escrever o livro, outro terá de criticá-lo. Talvez tu! Por que não? E se tu achares o que fiz muito inferior, estarias – partindo dessa mesma linha de raciocínio – obrigado a tomar meu lugar e realizar algo superno e eu voltaria a minha posição inicial de crítico... Um ciclo AD INFINITUM! Queres mesmo isso? Desculpa, quem esta na chuva é para se molhar e se fez algo para ser lido, visto ou ouvido por todos deve estar preparado para tudo... Concordo. E como ninguém pensa igual... já viu, né? Sempre vão ter os Diegos e os Micheis da vida!! hehe! Infelizes dos Diretores e Autores que passarem pelo crivo de vocês! Só não entendi uma coisa... Você é do grupo dos que tem um senso critico ou dos que aceitam tudo? Essa é uma dúvida ofensiva! Depois de tudo que disse até aqui, nego-me a responder semelhante chiste!

Quanto a Paulo Coelho, vale o que disse antes: espera-se que seja apenas um; dos primeiros degraus rumo a escolhas literárias mais... Consistentes. E antes que tu escarres todo o vosso desprezo sobre nosso compatriota aventureiro de livros fáceis, lembre-se que tu próprio poderias perfeitamente ter lido um livro dele em tuas primeiras experiências literárias... Sim o critico porque tive que ler uma de suas obras, leitura obrigatória de português, a professora veio com o mesmo papo que você de estimular a leitura e aos meus 16 anos repudiei-o, não gostei, sei lá cada um cada qual... Leituras obrigatórias costumam ser uma opção contraproducente de incentivo a leitura. Por causa dessa idiotice, até hoje acho Machado de Assis um pé no saco. O cara é simplesmente um dos Três Maiores autores da Literatura portuguesa (e falo em termos de língua, não de nacionalidade), um gênio indiscutível, dono de uma verve soberba e uma capacidade de criar personagens da consistência de um diamante! Mas conseguiram fazer-me detestá-lo e não é porque eu não gosto dele que deixo de reconhecer seu valor. Gosto e qualidade são coisas totalmente diferentes! Parto do principio de que você é o que come... Você é o que lê! Estou perdido! Vou virar uma alface!!!! Pior: tornar-me-ei um psicopata!!!! Sério, Diego, apenas pessoas muito fraquinhas da cabeça são tããããããããão influenciáveis. Veja bem, essa tua linha de argumentação serve a um movimento que – tenho a mais absoluta convicção – tu não apóias: a de que games violentos tornam seus gamers violentos. Tanto eu como tu sabemos de casos nos EUA (e sabe-se lá mais onde) de algum boçal que pegou em armas e resolveu descontar suas frustrações em professores, colegas de escola ou trabalho e depois meteu uma bala na própria cabeça. Nenhuma novidade até aí. O que chama a atenção é que a sociedade na qual esse distinto psicótico estava inserido, ao invés de olhar para dentro de si mesma procurando as motivações que levaram alguém a semelhante ato; não: parte em busca de culpados, agentes externos: são os games, são os filmes, são as músicas! Ninguém lembra do bulling, das exigências da família, escola, sociedade, trabalho... Exigências progressivamente maiores conforme o grau crescente de concorrência daquela mesma sociedade. No Japão crianças tiram a própria vida quando não conseguem ir bem nos estudos, matam-se no caso de rodarem no vestibular para a Toudai, executivos fazem haraquiri caso fracassem perante seus superiores e por aí vai... Toda sociedade tem suas neuroses, psicoses e loucuras e não serão livros, filmes, músicas ou games que tornará alguém mais ou menos louco do que já é. Podem no máximo dar subsídios e mesmo assim, o subsídio pode ser arrumado em qualquer lugar: religião, política, idealismo, superstições, crenças, alucinação coletiva, o diabo! Informação não faz de ti alguém melhor ou pior. Torna-te alguém informado... Agora, o uso que tu darás a essa informação, é uma escolha (e responsabilidade) totalmente tua... ...Algo que tão somente não ocorreu devido ao fato de que quando ele surgiu; incontáveis outros livros de maior envergadura intelectual já haviam passado por teus olhos e preenchido o campo visual de tua mente...
Sim... Já tinha lido diversas obras e tal...
Mas isso não o torna ruim ou bom... Concordo: o que tu lês antes não torna melhor ou pior algo que lerás depois. Todavia, se tu acostumar-te com um nível de leitura mais robusta, terás enorme dificuldades de absorver um texto menos consistente. Já aconteceu comigo e tive de fazer um esforço hercúleo para abrir minha mente de forma a conseguir captar a mensagem (boa) que um autor tentava transmitir apesar de sua gramática claudicante (pra não dizer terrível!). Leio de tudo... Como eu... Normal. Mas ele é complicado... Não é só a minha opinião contra ele são diversas...Você também concorda comigo e com o Michel de que ele não é nenhuma das Sete Maravilhas! He, he, he, he! Certo, para que fique bem claro: não, não o acho a Sétima Maravilha da Literatura. Definitivamente, NÃO! Mas, o que não posso aceitar é que ele seja categoricamente excluído do rol dos autores a serem considerados referenciais na Literatura Moderna (mesmo que seja como exemplo cabal de como NÃO ESCREVER ALGO!!!) ainda mais exercendo a influência sobre as massas que ele exerce. Para não deixar nada no ar, eis aqui uma sucinta análise biográfica de nosso controvertido compatriota escritor: O atual “mago” que faturou milhões de dólares explorando o filão do esoterismo despontou na década de 1970 como parceiro do cantor Raul Seixas, sendo autor de letras de canções de sucesso, como “Eu nasci há dez mil anos atrás” (observe o erro de português gritante neste título) e “Gita”, entre outras. De cabelos compridos e acalentando a idéia de uma “sociedade alternativa”, disposto a romper com a caretice e o convencionalismo (nesta época certamente não aspirava a uma vaga na Academia), Paulo Coelho ensaiava seus passos como escritor, lançando “Os Arquivos do Inferno” e o “Manual Prático do Vampirismo”, entre outras produções esparsas que não alcançaram sucesso. Após sofrer prisão e maus tratos na truculência do regime militar, Paulo Coelho trabalha e viaja, compõe para Rita Lee e Elis Regina, aprofundando-se nos caminhos de um esoterismo que já era moda desde fins dos anos 60, com Louis Pawels e Jacques Bergier (autores de “O Despertar dos Magos"), esoterismo este regularmente difundido na revista Planeta. É a mesma época do sucesso de Lobsang Rampa, um pretenso monge tibetano que seduziu o ocidente com livros como A terceira visão e O médico de Lhasa, permanecendo como uma figura controvertida – sábio, para uns, charlatão, para outros. Também Helena Blavatsky e Aleister Crowley (cujas idéias Paulo Coelho e Raul Seixas chegaram a flertar, aqui no Brasil) engrossavam o filão do esoterismo, nos anos 70. Em fins dos anos 80, Paulo Coelho surge como “mago”; após fazer o Caminho de São Tiago de Compostella, uma tradicional e milenar rota de peregrinação mencionada Marguerite Yourcenar em A obra em negro, a história de um alquimista do século XVI. O “mago” lança “O Alquimista”, que alcançou imediato sucesso, seguindo-se “O Diário de Um Mago”, onde relata sua peregrinação e revela uns experimentos místicos, (semelhantes aos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola). Ao longo da década de 1990, surgem: “Brida”, “As Valkírias”, “Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei”, “O Monte Cinco”, ao mesmo tempo em que a mídia dá ampla cobertura (nem sempre elogiosa) de seu trabalho, pois o “mago” permanece na lista dos mais vendidos por tempos e tempos. E viaja mais, deixa-se fotografar com o Papa, com Bill Clinton, com inúmeras outras celebridades, fatura milhões de dólares e tem seus livros traduzidos para dezenas de idiomas. Um estrelato de fazer inveja, afirmando ser capaz de fazer chover e ventar, que sabe a data de sua morte, que faz rituais cabalísticos e pertence a uma ordem iniciática internacional e muito velada, cujos mistérios estaríamos longe de cogitar... Sob o ponto de vista mercadológico, seu talento é incontestável. É lido em Washington e em Teerã, é reverenciado na França e nos demais países da Europa, vendendo cerca de 40 milhões de exemplares. Nosso o mago acalentava a esperança de adentrar a Academia Brasileira de Letras e figurar entre seus luminares, decidiu então fazer uma “literatura de qualidade”, com menos esoterismos e mais densidade, digamos, existencial, ou qualquer coisa que o isente do estereótipo de “mago”, para conferir-lhe o status de “escritor”. Debruçou-se sobre temas complexos e universais, como a morte (“Verônika Decide Morrer”) e o bem e o mal (“O Demônio e a Srta. Prym”), evitando o misticismo e tentando um estilo mais apurado e uma temática mais densa, porém, seus livros já não permanecem mais tanto tempo na lista dos mais vendidos, evidenciando um estranhamento de seu público original a suas novas tendências literárias. Por menos que se aprecie o que ele escreve, deve-se reconhecer: é um homem inteligente, sabedor das “receitas de sucesso” de público, muito viajado e inegavelmente carismático. Sua obra se enquadra num gênero que não pode ser considerado literatura, no sentido específico de arte literária, do mesmo modo que também não se enquadram as obras de Lobsagn Rampa ou os livros psicografados por Chico Xavier. E mesmo isso não isenta tais obras de suas qualidade, apenas não as qualifica como Literatura no sentido legítimo. A “obra” do “mago-escritor” (ou seria “escritor mago?”) pertence a uma categoria à parte, identificada com o consumo das massas e, apesar das pretensões místicas transcendentalóides, jamais sua obra poderia se enquadrar no conceito que Walter Benjamim designou como “a grande obra de arte”. Bem distante se encontra de Guimarães Rosa, Machado de Assis, Monteiro Lobato, Lima Barreto e outros escritores – no lídimo significado deste termo. Poderiam os ingleses considerar Joanne Kathleen Rowling (autora de Harry Potter, como bem sabes) no mesmo patamar das obras de Shakespeare, Bernard Shaw, Tolkien ou James Joyce? Os romances-de-consumo de Sidney Sheldon e Harold Hobes possuem a mesma densidade de Dostoievsky ou Jorge Luís Borges? Após qualificar-se (no entender da ABL) a “Casa de Machado de Assis” abriu-lhe as portas. Se o velho Machado já foi chamado “o bruxo do Cosme Velho”, por que não poderia ter a ABL um “mago” entre seus representantes? (Estou sendo irônico, caso não tenha entendido...) Cá entre nós, uma Academia que rejeitou Lima Barreto, Jorge de Lima e Mário Quintana não pode mesmo ser levada muita a sério, sobretudo quando passamos em revista alguns “imortais” de discutível talento: o general Lira Tavares, o poderoso jornalista Assis Chateubriand, os presidentes Getúlio Vargas e José Sarney (esse então nem se fala: tomou o lugar que seria do nosso querido poeta alegretense! Imperdoável!!!)... Nem é preciso maiores exemplos para se reconhecer a validade das palavras do crítico Agripino Grieco, para quem “a Academia é um sodalício em decadência, em que a sucessão dos defuntos se opera pela admissão de novos defuntos, e dela só poderá sair perfeito um tratado sobre arte culinária”. (É pena Grieco não estar entre nós para comentar a obra de Paulo Coelho!) Uma academia que rejeita o poeta Jorge de Lima ou o Mario Quintana merece bem um “mago” como Paulo Coelho, cujo talento mercadológico excede o pretenso talento literário. Lamentavelmente, muitos brasileiros desavisados pensam que sua obra é uma literatura de alto nível e que a Academia é, de fato, uma confraria de escritores talentosos - escritores no lídimo sentido da palavra. Não é por aí... De qualquer forma, em 25 de Julho de 2002, Paulo Coelho foi eleito para ocupar a cadeira número 21 da “prestigiada” Academia Brasileira de Letras (ABL), Seguem agora alguns dados que consegui acerca de nosso querido “mago” escritor e fenômeno editorial: Paulo Coelho nasceu numa família de classe média e de forte influência católica, no Rio de Janeiro, onde estudou em colégio jesuíta. Contrastando com a forte disciplina que se lhe impõem, torna-se rebelde e, aos dezessete anos, foi duas vezes internado como louco numa clínica psiquiátrica. Ele é hoje um dos 20 escritores vivos mais lidos no mundo, ao lado de sucessos incontestes como Gabriel García Márquez ou Umberto Eco. Entre os autores brasileiros, tornou-se mais conhecido no exterior do que Jorge Amado, Érico Veríssimo, Clarice Lispector e Guimarães Rosa. Também os números a seu respeito denunciam sua força (literária?). Primeiramente, algumas referências brasileiras: - Até 1995, venderam-se aqui quatro milhões de exemplares dos seus livros. E 1 milhão mais em 1996. - Só “O Alquimista”, lançado em 1988, vendeu 1,65 milhão em 6 anos. Em média, 23 mil exemplares vendidos por mês. - A primeira edição de “As Valkírias” (1992) teve uma tiragem de 100 mil exemplares, totalmente vendidos em 3 dias! - A primeira edição de “Às Margens do Rio Piedra Sentei e Chorei” (1994) também foi de 100 mil exemplares. - Em 1996, a primeira edição de “O Monte Cinco” também: 100 mil exemplares. Agora, dados sobre seus êxitos no exterior: - Seus livros já foram publicados em 36 idiomas, por 64 editoras de 59 países. E com sucesso. Chegaram aos primeiros lugares de venda no Canadá, na Bélgica, no México, na Argentina, na França, Espanha e Portugal. Há uma boa performance também em países tão diferentes como Colômbia, Noruega, Inglaterra, Marrocos e Coréia do Sul. - Lançado em Tóquio, por exemplo, “O Alquimista” chegou ao oitavo lugar entre os mais vendidos em menos de dois meses. - Outro exemplo de sua força: a primeira edição italiana de “Às Margens do Rio Piedra Sentei e Chorei” teve 100 mil exemplares. - Até 1995, na França, foram vendidos dos seus livros então traduzidos mais de 500 mil exemplares. Mas com “O Alquimista” houve um salto. Só este livro, lá, de 1994 a 1996, teve 1,5 milhão de exemplares vendidos. Tudo somado: até o primeiro semestre de 1997, seus livros venderam mais de 14 milhões exemplares no mundo inteiro, dos quais 6 milhões foram de “O Alquimista”. Como escritor, tem ocupado, sistematicamente, as primeiras posições no ranking dos livros mais vendidos no mundo. Já atingiu a marca de mais de 65 milhões de livros; sendo o autor mais vendido em língua portuguesa de todos os tempos, ultrapassando até mesmo Jorge Amado (cujas vendas somam 54 milhões de livros). Em 2002 foi eleito para ocupar a cadeira número 21 da Academia Brasileira de Letras cujo patrono é Joaquim Serra (1888-1838). Seu trabalho está traduzido para 61 idiomas, e editado em mais de 150 países. PAULO COELHO é: • membro do Board do Instituto Shimon Peres Para a Paz • Conselheiro Especial da UNESCO para "Diálogos Interculturais e convergências espirituais" • membro da diretoria da Schwab Foundation for Social Entrepreneurship • membro da Academia Brasileira de Letras Principais prêmios e condecorações: • · "Grand Prix Litteraire Elle" (France/95) • · "Knight of Arts and Letters" (France 96) • · "Flaiano International Award" (Italy 96) • · "Super Grinzane Cavour Book Award" (Italy 96) • · "Golden Book" (Yugoslavia 95, 96, 97, 98) • · Finalist for the "International IMPAC Literary Award" (Ireland, 97) • · "Comendador de Ordem do Rio Branco" (Brasil 1998) • · "Crystal Award" World Economic Forum (99) • · "Golden Medal of Galicia" (Spain, 99) • · "Chevalier de L Ordre National de la Legion d Honneur" (França 2000) • · "Crystal Mirror Award" (Poland 2000) • · Premio Fregene de Literatura (Itália, 2001) • · Premio Bambi de Personalidade Cultural do Ano (Alemanha, 2001) • · Oficial de Artes e Letras (França, 2003) Destaque. Paulo Coelho entrou para o “Guinness Book of Records” como o autor que mais assinou livros em edições diferentes (dia 9 de Outubro 2003, Feira do Livro de Frankfurt). Devo alertar, entretanto para o detalhe de que os números mascaram um fato dificilmente lembrado: quando mais pessoas, menos critério. Basta lembrarmos das músicas que fazem sucesso e cujos CD’s vendem milhões. Não se esqueça, meu amigo, forjar um conceito sem ter conhecimento prévio é pré-conceito! Não estou dando asilo ao Coelho (não ampararia sequer o Pernalonga, que dirá esse daí!), mas salvaguardando direito ao Conhecimento. Nas imortais palavras de Voltaire, o grande filósofo da Revolução Francesa que perdeu a cabeça: “Não concordo com vossa opinião, todavia, defenderei até a morte o vosso direito de proferi-la!”. Acabou de me dar aval para criticá-lo... À vontade, estou aqui pra isso! É a minha opinião, a defendo até a morte e não quero que você deixe de defender a sua não. Quero que todas as pessoas tenham opiniões, as mais diversificadas possíveis, porque é assim que o conhecimento será difundido. O conhecimento através dos debates das pessoas de opinião! Todos têm que pensar com a própria cabeça e nunca aceitar algo “mastigado” temos que ter senso critico das coisas, todos nos! Mais uma vez sou obrigado a concordar integral e completamente contigo, como disse antes: em número, gênero, grau, grau e em qualquer escala!
E cuidado com um dos MIMES mais pegajosos que existe: “Paulo Coelho é um escritor ruim e só faz livro pra retardado!” Lembre-se como falavam mal de incontáveis artistas e escritores do passado e que hoje são referências para todos os que dão trabalho aos dois neurônios que funcionam! ATENÇÃO: não estou comparando qualidades literárias, estou aventando hipóteses de reconhecimento tardio! E consideração por parte do grande público não implica necessariamente em qualidade de conteúdo (não importando a forma), lembre-se: “Toda a unanimidade.... NÃO, eu o li e não me agradei, respeito quem gostou do cara, mérito dele, gosto é gosto e isso não se discute, mas suas histórias não fazem a MINHA cabeça, só isso, Estais 100% certo caríssimo amigo. E repito o que disse antes: gosto e qualidade são critérios totalmente diversos! Ninguém é obrigado a gostar ou desgostar de algo porque aquilo é bom ou ruim. Vai do critério estritamente pessoal de cada um! Ou agora você vai me obrigar a gostar ou reconhece-lo daqui a algum tempo?!?!? NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃAÕOOOOOOOOO!!!!!!!!
Longe de mim semelhante absurdo! Mas não podemos esquecer que ele foi parceiro do Raul em inúmeras composições de sucesso! Como sempre digo: não há nada que não tenha um lado positivo, é só manter os olhos e a mente abertos. Viu só: até tu encontrou algo de bom no velho “mago”!!! Sensacional!!! De qualquer forma, ele carrega consigo a inegável glória de haver tentado, dado a cara à tapa, feito sucesso e ajudado a divulgar a leitura. Se a qualidade do texto dele é intelectualmente suspeita (eufemismo puro) não vêm ao caso, ao menos não para nós que temos acesso a livros e revistas de conteúdos deveras mais robustos! A nós ele não nos serve, porém, pense nos outros, que não tiveram o nosso aprendizado, oportunidades e a vontade de saber mais e mais e mais! Um Paulo Coelho já está de bom tamanho para eles, quem sabe dali ele partem para um Gabriel Garcia Márques, um Julio Cortazar ou Jorge Luis Borges? Será? Concordo que a vontade e a curiosidade podem levar a pessoa a ampliar seus horizontes... Sei lá, mas o que você propõem é um pulo muito grande de qualidade... Mas que utopia, heim? Tu sonhas com igualdade de divulgação entre blockbusters e alternativos, igualdade de oportunidades para os menos favorecidos pela mídia e vêm falar que eu sou utopista? Dá um tempo, Diego!!!! “E aí viveram todos felizes para sempre...” Só faltou isso... Dãããããããã!!!!!! Esqueceu o Machado de Assis, o melhor de todos disparado... Que lástima! Não esqueci não, é que ele já foi citado que chegue, resolvi dar crédito a outros...
Vale recordar: antes de ler o “Príncipe” (de Maquiavel), lê-se primeiro “O Pequeno Príncipe” (de Antoine de Saint-Exupéry).Fora Lex Luthor, nenhuma outra criança fez tais leituras em ordem contrária... NÃO faz isso... Não compara o Paulo coelho com o Saint, bah, não faz isso, diz que entendi errado, pelo amor de deus! Você citou dois excelentes escritores... Nenhum deles tem nada de Paulo Coelho!
Entendeu errado, sim, seu esperto! De novo!!! Como sempre!!!! Mais uma vez meus eufemismos e metáforas foram mal interpretados. Não estava comparando o “mago” aos dois autores supracitados, mas mostrando que naturalmente o ser humano evolui em seus gostos literários, tornando-se progressivamente mais exigente. Para que fique claro: não estou desconsiderando Antoine de Saint-Exupéry, muito pelo contrário, até porque já li livros dele, mas destacando que se ele for lido durante a infância será muito mais adequadamente absorvido do que se o for na idade adulta, da mesma forma o livro de Maquiavel será muito melhor apreciado por um adulto já devidamente formado na escola da vida... E, sim, nenhum dos dois tem nada de Paulo Coelho, evidentemente.
Mas não esqueça: outros (inclusive intelectuais) poderiam fazer escolhas que tua acharia deveras maçante ou até mesmo intelectualmente intragáveis. É muito fácil crer que apenas as nossas escolhas estão corretas. Procure manter a mente aberta, os olhos argutos e os ouvidos atentos.
Só o que faltava... O cara encerra querendo dar lição de moral... Maldita hora que fui criticar o teu ídolo pós-moderno: o senhor Paulo Coelho... He, he, he! Não era lição do de moral, até porque não estou aqui pra isso, mas é interessante notar que não fazem muitas linhas atrás, tu criticavas filmes que não te transmitiam nada e agora, no desfecho de uma lauta retórica que teve como princípio a crítica a um filme que tu crês ser desprovido de conteúdo, condenas que eu faça uma observação pertinente não a ti, mas a todo e qualquer espectador/leitor que se diga “ser pensante”. Irônico, não? Quanto a ser meu ídolo, equivocastes-te feio! Não tenho ídolos, ao menos não entre os vivos, e muito menos na concepção “popular” de figura humana a ser venerada, idolatrada e seguida de modo inquestionável (e dogmático!)...
Sim, meu amigo; concordo com o que você disse sim, temos que ter sempre a mente aberta e tal, claro que sim, como disse leio de tudo, gosto de muita coisa diversos autores, dos mais malucos aos mais conservadores, mas nem por isso vou deixar de falar de quem gostou ou não quando for questionado, não concorda? Concordo plenamente. A literatura é fascinante, adoro de tudo desde filosofia a ficção, sei lá, mas continuo dizendo que os mais instigantes, os que fazem o cara pensar estão mofando nas prateleiras das livrarias de livros usados em POA! Ou disse alguma mentira? Não e concordo contigo, porém em parte, pois devo acrescentar que nem todos os autores instigantes vendem pouco e nem vou me dar ao trabalho de citá-los (ia ser outra lista enorme, porém, é claro, não são bestsellers obviamente!), pois tu sabes bem dos quais estou falando. Por algum acaso alguém ai conhece Mario Ferreira dos santos? É um filosofo gaúcho, se não me engano, muito bom por sinal ele tentou divulgar a filosofia editando livros do próprio bolso e fazendo propaganda de porta em porta.... Mas isso é outra história!! Ouvi falar, mas para quem ler isto e não entender do(e) que(m) se trata, transcrevo abaixo um Trecho da introdução de Olavo de Carvalho (Observação: para quem não sabe, Olavo de Carvalho é um filósofo de Direita que costuma assinar artigos para o jornal Zero Hora - entre outros.) ao livro "Sabedoria das Eternas Leis" de Mário Ferreira reeditado pela Editora Realizações:
http://www.erealizacoes.com.br/ Por quanto tempo ainda conseguirá a aliança entre a displicência, a inépcia e o invejoso desdém manter estendida a rede de sombras que, desde a morte do maior dos nossos filósofos, caiu sobre a sua obra luminosa? Por quanto tempo ainda durará o reinado dos momos filosóficos, cujo ruidoso carnaval abafa o discurso da mais alta inteligência? Na esperança de que esse reinado esteja perto do fim, apresento aqui a obra magnífica que desenterrei dos inéditos legados por Mário Ferreira dos Santos, e à qual dei, atendendo a honroso pedido da filha do autor, a preparação textual melhor que pude, fazendo-a acompanhar desta Introdução para guiamento do leitor.Nas páginas que se seguem, não intento um resumo ou análise do pensamento filosófico de Mário Ferreira dos Santos, matéria para estudo de maior fôlego, mas delineio apenas um rápido perfil biográfico do autor, um esquema da estrutura da obra cíclica em que este livro se insere - a Enciclopédia das Ciências Filosóficas - e um breve relato dos trabalhos editoriais desenvolvidos para a publicação destas Leis Eternas. Bem sei que discernir numa montanha de textos os lineamentos de uma estrutura interna global é já interpretar, e muito. É pelo menos remover o principal obstáculo no caminho de uma interpretação, sobretudo no caso de uma obra de dimensões oceânicas, em que mesmo leitores habilitados não souberam enxergar senão um caos movente e inabarcável. Mas, se aqui entro na investigação dessa estrutura, não é bem na posição de intérprete filosófico, ao menos por enquanto, e sim apenas na de introdutor propriamente dito, para que não se perca o leitor entre as colunatas e corredores do maior templo filosófico já erigido em língua portuguesa. Estas páginas têm, portanto, um sentido exclusivamente prático e utilitário, sem a ambição de ser um estudo filosófico, que não obstante elas preparam e anunciam, no intuito sincero de que a promessa bem-intencionada não se substitua ao cumprimento do dever.
MÁRIO FERREIRA DOS SANTOS Mário [Dias] Ferreira dos Santos nasceu em Tietê, Estado de São Paulo, no dia 3 de janeiro de 1907, às 13h20, filho de Francisco Dias Ferreira dos Santos e de Maria do Carmo Santos.Seu pai, português de nascimento, descendia de uma família de advogados e juristas, mas seguiu carreira de artista e se notabilizou como um dos pioneiros do cinema, tendo produzido e dirigido dezenas de filmes, incluindo O Crime dos Banhados, reconhecido como o primeiro longa-metragem da filmografia mundial. Mário, quando menino, participou como ator de alguns filmes do pai.Casado com uma senhora muito católica, Francisco Santos era ateu e maçom. Mário contaria a seus filhos que o contraste entre as crenças do pai e da mãe foi um dos primeiros motivos de espanto que despertaram prematuramente sua inquietação filosófica. Apesar de suas convicções, Francisco Santos era grande admirador da educação jesuítica, motivo pelo qual, após instalar-se com a família em Pelotas, Rio Grande do Sul, matriculou o filho no Ginásio Gonzaga (hoje em dia dirigido por padres maristas).Mário Ferreira dos Santos sempre se considerou devedor dos jesuítas, dos quais recebeu as primeiras noções de filosofia e a formação religiosa a que permaneceria fiel, apesar de crises temporárias, até o último dia. Deveu a eles algo mais: sentindo despertar em si o que supôs ser uma vocação clerical, foi orientado pelos mestres a que buscasse noutra direção o rumo da sua vida.Em 1925, ingressou na Faculdade de Direito de Porto Alegre, estreando como advogado em 1928, com sucesso, antes mesmo de formar-se. No ano mesmo em que se bacharelou em Direito e Ciências Sociais, 1930, abandonou a profissão para trabalhar na empresa de produções cinematográficas de seu pai. Simultaneamente, dirigia o jornal gaúcho A Opinião Pública. Como jornalista, apoiou ativamente a Revolução de 1930, mas não tardou a criticar certos atos do novo governo revolucionário, sendo por isto preso e obrigado a afastar-se da direção do jornal. Ainda em Porto Alegre, trabalhou no Diário de Notícias, no Correio do Povo e em algumas revistas. Como comentarista político, escreveu mais de uma centena de artigos sobre a II Guerra Mundial, alguns deles depois reunidos em livros. De 1943 a 1944, fez várias traduções para a Editora Globo, entre as quais Os Pensamentos, de Blaise Pascal, Diário Íntimo, de Amiel, A Fisiologia do Casamento, de Balzac, e Vontade de Potência, de Nietzsche.Nietzsche foi uma influência marcante na formação do nosso filósofo, que depois traduziu ainda - sempre diretamente do original alemão - Aurora, Além do Bem e do Mal e Assim Falava Zaratustra, este último acompanhado de comentários minuciosos que, analisando o simbolismo da obra, constituem até hoje um dos mais valiosos itens na bibliografia dos estudos nietzschianos. Ainda sobre Nietzsche, Mário Ferreira escreveu um longo ensaio, O Homem Que Nasceu Póstumo, no qual, tomando a palavra em nome do filósofo-poeta, o defende contra seus detratores. Datam desse período; vários outros ensaios de tema filosófico - mas de tratamento antes literário -, em que vemos pouco a pouco se delinear alguns dos temas básicos da preocupação do autor. Encontrando dificuldade para publicá-los, Mário Ferreira tornou-se seu próprio editor, obtendo notável sucesso de livraria com obras publicadas sob uma estonteante variedade de pseudônimos. Daí por diante, ele não deixaria mais a atividade editorial, fundando várias empresas; as principais foram a Livraria e Editora Logos S.A. e a Editora Matese Ltda., ambas de São Paulo, pelas quais publicou - imprimindo-os em gráfica própria -não apenas os seus livros, mas uma infinidade de traduções de obras clássicas, bem como enciclopédias, dicionários e antologias de toda sorte. Na década de 1950, mudou-se para a capital paulista, onde, enquanto prosseguia sua atividade editorial, dirigia quatro cinemas, ao mesmo tempo em que dava cursos e conferências, escrevia para jornais e revistas e ainda ia redigindo, em velocidade crescente com o decorrer dos anos, a sua obra filosófica. Homem de atividade vulcânica - típico colérico da tipologia de Le Senne - e dotado de gênio empresarial, Mário foi o introdutor, no Brasil, do sistema de livros a crédito, vendidos de porta em porta. Fez enorme sucesso, ainda aumentado pela repercussão de seu Curso de Oratória e Retórica, freqüentado por políticos, empresários e intelectuais de renome, e que, publicado em livro, vendeu nada menos que onze edições. Nos intervalos, dirigia um Curso de Filosofia por Correspondência, corrigindo pessoalmente as lições enviadas por centenas de alunos e ainda encontrando tempo para atuar como conselheiro de pessoas aflitas que recorriam freqüentemente ao auxílio de sua sabedoria. Esta última atividade inspirou-lhe dois livros que ainda estão entre os mais interessantes no gênero auto-ajuda: Curso de Integração Pessoal e Convite à Psicologia Prática. De 1952 em diante, entregou-se com paixão avassaladora à construção de sua obra filosófica magna: a Enciclopédia das Ciências Filosóficas, cinco dezenas de volumes cuja maior parte chegou a ser publicada em vida do autor, restando, porém inéditos alguns textos fundamentais, dos quais o presente volume inicia a publicação ordenada. Mário Ferreira dos Santos jamais ocupou um cargo público ou uma cátedra universitária. Nem procurou fazê-lo, ele que pautou sua vida por uma independência feroz e que mostrou sua capacidade de vencer sozinho os obstáculos ante os quais tremeram gerações inteiras. Sua única passagem pelo corpo docente de uma universidade deu-se no último ano de sua vida, quando, por insistência de um admirador e amigo, o filósofo letoniano radicado no Brasil pe. Stanislavs Ladusãns, s.j., Mário consentiu em dar algumas aulas na Faculdade de Filosofia N.SRA. Medianeira, dos padres jesuítas, encerrando, portanto, sua vida de estudioso, tal como a iniciara, entre os soldados de Cristo. As aulas duraram apenas umas poucas semanas. Mário já estava muito mal de saúde, com graves problemas cardíacos, agravados pelo excesso de trabalho e pela imensa tristeza do filósofo ante o avanço do poder militar que dominava o Brasil; e a direção da escola, prevendo o pior, mandou instalar, ao lado da sala de aula, um balão de oxigênio para alguma emergência. Mário não morreu na cátedra, mas em casa, cercado de seus entes queridos - sua esposa Yolanda, suas filhas Yolanda e Nadiejda, seus genros Fernando e Wilmar: os únicos verdadeiros aliados e colaboradores que tivera numa vida de batalhas e construções. Sentindo aproximar-se o instante derradeiro, o filósofo pediu que os familiares o erguessem. Morrer deitado, afirmou, era indigno de um homem. Morreu de pé, recitando as palavras do Pai-Nosso.
Meu querido amigo; adorei a brincadeira, mas parei por aqui, os próximos posts serão mais curtos... Que pena, agora que estava ficando bom! Só você mesmo para me fazer escrever esse mundo de coisas... Obrigado, estou aqui para isso mesmo! Acho que só você e o Michel irão ler… Discordo e logo tu perceberás que tenho razão ao menos nesse ponto. He, he, he!! Adorei mesmo você é um amigão um dos melhores e dos mais inteligentes. Agradeço o reconhecimento e como sempre digo: morcegos aparentam serem cegos, mas sempre reconhecem um ao outro, nunca colidem, voam em harmonia preenchendo o céu noturno e levando espanto ao populacho! E como adoro desafios resolvi responder, E foi muitíssimo bem-vindo!

E respondeu à altura, elevando ainda mais os patamares deste nobre espaço blogano! Não sei se foi a altura porque você é o "senhor das palavras e dos eufemismos", Maneira polida de dizer “pedante”, mas tudo bem; sei que sou assim mesmo... mas espero que esteja ao menos a altura do blog! He, he, he! E como! Extrapolou todas as expectativas! Matou a cobra e mostrou o pau!
O P S ! ! ! Michel, obrigado pelo que escreveu sobre o outro post que coloquei... as suas idéias também são muito boas e gostei do que você escreveu para ele.. Conseguiu tirar o cara do sério... He, he, he! Não vejo a hora da sua resposta fico no aguardo!!! Abraços! Meu amigo Diego é com absoluta certeza uma das 12 pessoas mais inteligentes que já tive a oportunidade de manter relações em toda a minha existência: instigante, impertinente, irônico, mordaz, curioso, perceptivo e sagaz. Aguardo ansiosamente pelo nosso próximo duelo mental. Abraços a todos!
Até.
Sidinei Lander da Silva Pereira: Mestre de RPG, aprendiz de escritor, leitor voraz, quadrinista fanático, cinéfilo compulsivo, agnóstico independente, livre-pensador, fã incondicional de O Senhor dos Anéis (livro e filme), música para mim é Clássica, Jazz, Blues, Rock'n Roll e Metal! E tenho dois gatos... Quer saber mais sobre mim? Veja meu perfil no Google Plus!

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E uma certeza podes ter como absoluta:

RESPOSTA TU TERÁS!!!!!!