Google+ Le DUEL - botte (estocada) | A Pirâmide de Kukúlkan

O último reduto onde os Asseclas do CONCLAVE encontram-se...

Le DUEL - botte (estocada)


Claro que um filme de ação vai chamar a atenção do grande publico... O meio moldou os pensamentos da maioria para os efeitos visuais e pouco conteúdo. E isso é um fato! Enganaste novamente: o homem sempre apreciou o “espetáculo”. É natural. Os próprios animais são assim. Sabe como se caça jacaré de noite? Com uma lanterna: a luz reflete nos olhos do bicho e entregam a localização dele. Mas, por que a infeliz criatura reptiliana não foge, não seria o caso de indagar-se? Porque ele fica “hipnotizado”, mesmerizado, fascinado pela luz e toma um tiro bem entre os olhos. Alguém lhe ensinou isso? Não, é do temperamento dele. No caso do ser humano, sempre tivemos afeição por luzes, cores, movimento e sons. Basta ver o fascínio exercido sobre o homem pelos fogos de artifício (antiga invenção chinesa de loooonga data), shows e o próprio Cinema (que é basicamente luz, movimento e som. E inicialmente nem cor tinha...). Quanto ao conteúdo, é como disse antes, a percepção do mesmo varia conforme o espectador, que se for mais ou for menos observador pode capturar ou não os MIMES inseridos na película e avaliar o conteúdo (ou a falta do mesmo) no filme. Gosto de todos os tipos de filmes, mas não sou um fã dos defeitos, quer dizer, efeitos especiais, filmes feitos em estúdios com o pano verde por trás... Também sou um apreciador eclético, tanto que admiro as novas tecnologias utilizadas no Cinema. Não acredito que para realizar uma obra com conteúdo um diretor deva abdicar de instrumentos que facilitem a narrativa. Cinema é imagem e isso é indiscutível. Não há cinema sem ela. Incontáveis filmes puderam ser realizados hoje porque não haveria tecnologia para roda-los 30, 40 ou 50 anos atrás. E quando eram feitos, ficavam bem “toscos” aos olhos do público de hoje, acostumado a uma cinematografia bem mais realista (não nas cenas, óbvio, mas na visualização das mesmas). E é preciso muito mais empenho pr parte de um ator para atuar contra o “fundo azul”, pois além de fazer o personagem, ele tem que visualizar mentalmente o que se passa na cabeça do diretor e agir conforme. É muito mais complexo que atuar contra um cenário de papelão... Sei lá, gosto do conteúdo, chama mais a minha atenção e sei que você compartilha desse pensamento comigo.
Verdade, porém, consigo captar conteúdos mais sutis mesmo naqueles que tu peremptoriamente alega serem “ocos”. É a idade... Terceiro: fator “money”: Indústria cinematográfica = produção de filmes = custos + investimentos = lucro.Vivemos no mundo ocidental capitalista, alguém ainda duvida de que algo não é movido a dinheiro? Ou tu já ouviste falar em filme feito por caridade? Dá um tempo, Diego... Tudo bem e agora porque dinheiro move o mundo eu não posso contestar mais nada... Não afirmei isso, apenas descrevi um mecanismo que acreditei tu não haverdes percebido.

Só falta me dizer que tudo que tem maior quantidade de grana envolvida é melhor que o que não tem...
Ah, fala sério!
Melhor não. Mais divulgado sim.
(continua...)
Sidinei Lander da Silva Pereira: Mestre de RPG, aprendiz de escritor, leitor voraz, quadrinista fanático, cinéfilo compulsivo, agnóstico independente, livre-pensador, fã incondicional de O Senhor dos Anéis (livro e filme), música para mim é Clássica, Jazz, Blues, Rock'n Roll e Metal! E tenho dois gatos... Quer saber mais sobre mim? Veja meu perfil no Google Plus!

1 comentários:

diego

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Vamos ao Sid!

...Enganaste novamente: o homem sempre apreciou o “espetáculo”.
É natural. Os próprios animais são assim.
Sabe como se caça jacaré de noite? Com uma lanterna: a luz reflete nos olhos do bicho e entregam a localização dele. Mas, por que a infeliz criatura reptiliana não foge, não seria o caso de indagar-se?
Porque ele fica “hipnotizado”, mesmerizado, fascinado pela luz e toma um tiro bem entre os olhos.
Alguém lhe ensinou isso? Não, é do temperamento dele.
No caso do ser humano, sempre tivemos afeição por luzes, cores, movimento e sons. Basta ver o fascínio exercido sobre o homem pelos fogos de artifício (antiga invenção chinesa de loooonga data), shows e o próprio Cinema (que é basicamente luz, movimento e som. E inicialmente nem cor tinha...).
Quanto ao conteúdo, é como disse antes, a percepção do mesmo varia conforme o espectador, que se for mais ou for menos observador pode capturar ou não os MIMES inseridos na película e avaliar o conteúdo (ou a falta do mesmo) no filme.

Caro lander, concordo q o homem (Não em sua totalidade) sempre foi atraído pelos espetáculos e matanças que rondam a históra da civilização. Também concordo q o pobre do jacaré (ser irracional q baseia a sua vida em instintos de sobrevivência adquiridos de gerações em gerações) n tem escolha já q fica “deslumbrado” pela luz e acaba sendo morto com um tiro em meio aos olhos. Mas o que esta em discussão aqui n é o fato do fascino provocado pelo espetáculo e sim o seu conteúdo, boa forma de mudar de assunto em! O q critico é o sistema q “impõe”, em nome do money (como vc disse antes), um estilo de vida p as pessoas (através de filmes, programas televisivos, livros, novelas, “moda”, etc...) e é claro que quem n tem critério sempre acabara sendo mais uma ovelha do rebanho!
Sabe n tenho nada contra o jacaré, mas diferentemente dele nós (nem todos) somos seres capazes de pensar alem das luzes e efeitos especiais e com um esforcinho ver q, hoje em dia, os efeitos especiais tomaram o lugar de destaque no filme, independentemente se a história é boa ou não as pessoas querem é destruição e efeitos mirabolantes, muitas vezes sem saber o q se passa na tela pelo tamanho do “show de luzes” q nela aparece!
Agora como você explicaria as pessoas q n curtem um cinema, n gostam de televisão, n se ligam em computadores ou algo do tipo, q n se atraem por fogos, q vivem uma vida diferente dessa q você mencionou, são anormais? Excluídos pelo resto da sociedade? N merecem a sua atenção? Devem ser comidos pelo seu jacaré? Penso eu q é muito simplista pegar e por todo mundo no “mesmo saco” e simplesmente falar q todos são atraídos pelo tipo de filme que a maioria gosta (os de efeitos especiais e tudo mais) penso que o ser humano é atraído por tudo aquilo q é novidade, depois perde a graça e cai na mesmice e o q era um filme cheio de efeitos (muitas vezes construídos em um estúdio com fundo verde) vira algo comum e corriqueiro.


...Também sou um apreciador eclético, tanto que admiro as novas tecnologias utilizadas no Cinema. Não acredito que para realizar uma obra com conteúdo um diretor deva abdicar de instrumentos que facilitem a narrativa. Cinema é imagem e isso é indiscutível. Não há cinema sem ela. Incontáveis filmes puderam ser realizados hoje porque não haveria tecnologia para roda-los 30, 40 ou 50 anos atrás. E quando eram feitos, ficavam bem “toscos” aos olhos do público de hoje, acostumado a uma cinematografia bem mais realista (não nas cenas, óbvio, mas na visualização das mesmas). E é preciso muito mais empenho pr parte de um ator para atuar contra o “fundo azul”, pois além de fazer o personagem, ele tem que visualizar mentalmente o que se passa na cabeça do diretor e agir conforme.
É muito mais complexo que atuar contra um cenário de papelão...

Claro q o diretor deve fazer de tudo utilizando todos os meios p tornar a narrativa a melhor possível, mas quando os efeitos se sobrepõem a história há algo de errado, n concorda? Vou ao cinema p ver um bom filme, algo com ao menos uma história boa, ai chegando lá vejo um “show de luzes”, claro q tem quem goste disso, mas eu não e essa é a minha opinião, quero uma boa história onde os efeitos serão usados, de maneira racional, p contá-la e n p q os efeitos virem a “alma do filme” ou o motivo numero um p a sua existência.
Não podemos analisar os filmes daquela época com os olhos do hoje. É claro q se olharmos os filmes de antes iremos acha-los umas porcarias comparando eles com os de hoje (em matéria de efeitos especiais), mas n podemos esquecer q as pessoas daquela época, no momento do lançamento, acharam eles bons e q os filmes de hoje, aos olhos das futuras gerações, serão os “toscos” mencionados por vc, pense nisso!
Não sei se é muito mais complexo ou n atuar em frente a um pano verde... Penso eu q os atores têm uma preparação de estudos e uma vida dedicada à arte q os tornam capazes de tal feito. Existem muitas peças de teatro onde o ator n tem cenário e interpreta mesmo assim, muitas vezes bem melhor que os que aparecem nas telas de cinema. E claro no teatro n da p parar e fazer de novo pq é ao vivo diferentemente de cinema e televisão!

...Verdade, porém, consigo captar conteúdos mais sutis mesmo naqueles que tu peremptoriamente alega serem “ocos”. É a idade...

Falou a voz da experiência...Quem me dera, quando chegar aos 40, também ser sábio como tu oh mestre dos magos!
Desculpa sid, mas n sou radical assim, só pq quero conteúdo n quer dizer q abomine os efeitos esta me entendendo errado, ou melhor, erroneamente!

...Não afirmei isso, apenas descrevi um mecanismo que acreditei tu não haverdes percebido.

Bom só se eu vivesse em outro mundo... Todo mundo sabe q “a coisa” funciona dessa forma, mas n é por isso q ficarei de braços cruzados olhando, ou melhor, batendo palmas!
De divergências é q vive o mundo e eu n seria diferente, o q n gosto falo, n fico me omitindo ou me escondendo, pediram a minha opinião esta ai, dou minha “cara a tapa” e n preciso q ninguém me defenda!

...Melhor não. Mais divulgado sim
Finalmente concordamos!

(continua)

Postar um comentário

Atreva-se, diga-me o que está pensando!
Se veio até aqui, não recue!
Se és contra, a favor ou muito pelo contrário(?!),
tanto faz...
Afinal, esta é uma tribuna livre.
E uma certeza podes ter como absoluta:

RESPOSTA TU TERÁS!!!!!!