Google+ PIRATAS!!! - Cap. 391 | A Pirâmide de Kukúlkan

O último reduto onde os Asseclas do CONCLAVE encontram-se...

PIRATAS!!! - Cap. 391

― O tiro deve ser dado
rente a lateral do pano,
bem ali, onde está
mais estufado. – fala
com propriedade o timoneiro,
porém o contramestre
não parece muito convencido
e o questiona:
― E se errarmos?
― Ore pedindo perdão
pelos seus pecados!
Plunkett sente a boca secar,
as mãos umedecerem e
o estômago embrulhar.
Ele sabe que isso não costuma
ser um bom sinal...
Tenta não pensar no que
o Destino lhes reserva mais adiante
e inquire ao companheiro de desgraça:
― E depois, como faremos
para não cair novamente
sobre os recifes?
― Usaremos as vergas
para virar o fluxo da fumaça
na direção oposta
a que desejamos ir. – responde
sem detalhar muito,
pois sua atenção estava focada
em calcular a posição do canhão.
― Como é que é?
― Esqueça. Depois eu mostro!
Ajude-me a dar carga.
A dupla mune
a peça de artilharia
com pólvora, pavio e bala.
Murmurando uma última prece,
Pierre acende a dita mecha.
Segundos que parecem
uma eternidade se passam
até que por fim
com um estrondo
dá-se o disparo.
À perfeição o projétil
descreve a órbita elíptica
que Pierre tão cuidadosamente
calculara.
Uma fenda se abre
ao longo do velame,
deixando escapar o fumeiro escuro.
A belonave inicia
vagarosamente sua descida,
porém ainda restava o “onde”.
― Venha, Plunkett!
Agora é conosco!
Temos de virar de bordo! Já!
Seguindo as orientações do timoneiro,
o irlandês iça as relingas,
adriças e cada cabo
que suas forças lhe permitem;
submetendo as vergas
a uma tensão que
por muito pouco
não as estilhaça
e fazendo o navio inteiro
adernar.
Seguindo uma rota oblíqua
em relação à costa,
a embarcação aproxima-se
com vagar de seu primeiro
e último pouso.
A dupla mal consegue
respirar até sentirem
a água tocar a quilha
e com a suavidade de um anjo
o portentoso galeão
realizar sua amaragem:
próximo à costa o bastante
o mantém afastado dos recifes
e longe o suficiente
para não encalhar
nos bancos de areia.


Acender o pavio...


...do canhão...


...é a parte mais fácil. A função da artilharia
em um galeão consome muito trabalho
e por vezes no mínimo de 4 a 5 marujos!


Porém, aqui, Plunkett e Pierre terão de fazer
o trabalho de cinco. E rápido!


A menos que desejem passar
o resto de suas vidas malditas
em uma nau pedida nos céus!


O contramestre se vê louco tendo de cuidar
de TODOS os cabos e vergas de bordo!












Mas ao final todos os esforços são recompensados
quando El Bravio de Los Mares amerissa
em segurança próximo a costa
da Ilha do Desespero!

Sidinei Lander da Silva Pereira: Mestre de RPG, aprendiz de escritor, leitor voraz, quadrinista fanático, cinéfilo compulsivo, agnóstico independente, livre-pensador, fã incondicional de O Senhor dos Anéis (livro e filme), música para mim é Clássica, Jazz, Blues, Rock'n Roll e Metal! E tenho dois gatos... Quer saber mais sobre mim? Veja meu perfil no Google Plus!

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