Google+ PIRATAS!!! - Cap. 383 | A Pirâmide de Kukúlkan

O último reduto onde os Asseclas do CONCLAVE encontram-se...

PIRATAS!!! - Cap. 383

Tudo corria a contento
até que o Aranha-Do-Mar
acercando-se de Pierre
indaga-lhe de modo casual:
― Só por curiosidade:
como pretendes que
estas coisas elevem-se
em pleno ar?
― Com fumaça, oras!
― É mesmo? E onde irás arrumar
tanto fumeiro que locuplete
esses sacos de vento?
Irás incendiar o navio inteiro?
É nessa hora que um calafrio
percorre a espinha do francês:
quando percebe que
não dispunha de combustível
para levar seu plano adiante.
E antes de se afastar,
ao ver a lividez
na face do companheiro,
Cervantes ainda faz
uma última e pertinente
observação:
― Fora o tempo que isso levaria...
O primeiro ímpeto de Pierre
foi se lançar ao mar
diretamente na goela
dos tubaronnes!
Mas contém-se e trata
de espremer os miolos
em busca de uma solução.
É quando se lembra que
Salazar mantinha um
compartimento do navio
a portas fechadas o tempo todo
e não admitia que ninguém
além dele entrasse lá.
A chave permanentemente
pendurada por um cordel
em torno do próprio pescoço.
― Quando Olavídez
veio a bordo aquela noite
e arrancou a cabeça do bastardo,
a chave deve ter...
Murmurava o francês
olhando em derredor
quando nota o que o parece ser
um pequeno artefato metálico
próximo a amurada
de bombordo da toldilla,
junto a uma grande
mancha de sangue no convés.
― Ali! Onde o miserável caiu!
Louvado sejas Olavídez!
Tomando o objeto nas mãos,
correu até o deque inferior,
encontrou a porta selada
com pesada tranca de ferro,
ansioso, encaixou a chave,
girou e o estalido do ferrolho
abrindo ecoou.
Forcejando a aldraba,
empurrou a porta
e iluminou o local
com o lampião que
trouxera consigo,
descortinando – perante
seus olhos deslumbrados –
um bem equipado
laboratório alquímico!


Os piratas se esforçam para seguir
as instruções meio loucas do timoneiro...


...mas quando ele nota que não conseguirá
ar quente suficiente para realizar seu intento...


...trata de buscar uma saída
e a encontra na chave que o falecido Salazar
sempre levava consigo...


...e que abria uma porta no deque inferior
que sempre permaneceu trancada.


Descendo às profundezas do navio
ele encontra o tal compartimento...


...e a pesada porta que lhe dava acesso...


Após usar a chave, ele empurra a aldrava...


e adentra ao que se revela...


...ser nada menos que um laboratório alquímico!











Sidinei Lander da Silva Pereira: Mestre de RPG, aprendiz de escritor, leitor voraz, quadrinista fanático, cinéfilo compulsivo, agnóstico independente, livre-pensador, fã incondicional de O Senhor dos Anéis (livro e filme), música para mim é Clássica, Jazz, Blues, Rock'n Roll e Metal! E tenho dois gatos... Quer saber mais sobre mim? Veja meu perfil no Google Plus!

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